Profissões do futuro

Como as escolas podem preparar os jovens para as profissões do futuro

Engenheiro de Reciclagem de Dados, Designer de Personalidade de Robôs e Designer de Arenas para E-sports são alguns dos cargos apontados para 2029, segundo relatório

Ao longo das décadas, profissões são criadas e outras extintas. Essas mudanças ocorrem naturalmente e, com o avanço da tecnologia, o surgimento de novos cargos tem sido cada vez mais rápido. O relatório “21 More Jobs of the Future”, produzido pelo Center for the Future of Work (Centro para o Futuro do Trabalho), aponta para 21 apostas no mercado da próxima década. Serão as profissões do futuro. Os empregos incluem principalmente atividades relacionadas à tecnologia, gestão e inteligência artificial, por isso, é importante que as instituições de ensino mantenham seus alunos preparados e atualizados de acordo com as novas tendências.

Profissões do futuro

Entre as profissões citadas pelo relatório do Center for the Future of Work, Engenheiro de Reciclagem de Dados, Designer de Personalidade de Robôs e Designer de Arenas para E-sports são alguns dos cargos selecionados pelo documento. As atividades têm em comum a afinidade com temas ligados ao pensamento computacional, à inteligência artificial e à resolução de problemas.

Segundo João Lacerda, diretor da Mind Makers, as escolas têm percebido essas mudanças. Assim, estudam meios de aprendizagem que englobam as necessidades das profissões do futuro. A Mind Makers é uma editora educacional que oferta disciplinas inovadoras como Pensamento Computacional e Empreendedorismo Criativo para escolas brasileiras.

As aulas  desenvolvem habilidades como criatividade, interação, gerenciamento de recursos, resiliência e autocontrole. No caso do Pensamento Computacional, o aprendizado engloba conhecimentos de algoritmo, abstração, decomposição de problemas e identificação de padrões. “Métodos que ensinam linguagens de programação e o desenvolvimento do pensamento computacional fazem com que o jovem aprenda desde cedo a resolver problemas usando a tecnologia a seu favor, seja programando computadores, robôs, dispositivos eletrônicos e Internet das Coisas”, explica Lacerda. 

Empreendedorismo criativo

Já com aulas de Empreendedorismo Criativo, oferecidas para estudantes do Ensino Médio, os alunos aprendem técnicas de gerenciamento de problemas e de ideias. Dentro da disciplina, o empreendedorismo é entendido como uma habilidade a ser aprimorada e não apenas a capacidade de abrir uma empresa. Nela, os participantes são estimulados a pensar em soluções criativas que impactam diretamente a comunidade escolar.

Lacerda defende que o papel das escolas é investir nesses novos meios e formatos de educar com o objetivo de aperfeiçoar seus alunos. Os jovens aprendem hoje para, no futuro, desempenharem funções que muitas vezes ainda não foram inventadas. Desta forma, é importante prepará-los, tornando-os aptos a se desenvolverem e se adaptarem para novos mercados de trabalho. 

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