Experiência ao vivo da LG demonstrou o funcionamento de suas OLED TVs; dinâmica apresentou a tecnologia em comparativo com outras tecnologias disponíveis no mercado, como Nanodots, Ultra HD e Quantum Dot

A LG realizou no seu showroom, em São Paulo, uma experiência para demonstrar o funcionamento de suas OLED TVs, e como elas produzem imagens com cores e contrastes superiores à concorrência. Na experiência, foi utilizada a OLED 55 B8, uma tela de 55 polegadas com o painel OLED, tecnologia desenvolvida pela LG.

A dinâmica demonstrou como funciona a tecnologia OLED, com seus pixels que se autoiluminam garantindo a ausência de luz em zonas que não precisam de brilho. Assim, elas proporcionam o Preto Puro, além de criar um contraste infinito com cores mais vivas e vibrantes. A experiência também analisou a performance de uma NanoCell SM90 55, e como funciona sua tecnologia de nano partículas, e uma UM7650, com qualidade de imagem Ultra HD. Além disso, para um comparativo mais direto entre as tecnologias OLED da LG e suas concorrentes, foi examinado um televisor com tecnologia transmissiva de Quantum Dot.

Vídeo – experiência com a TV OLED

Tecnologia de ponta

A OLED é considerada uma tecnologia emissiva, ou seja, os pixels emitem sua própria luz individualmente. Isso significa que cada pixel se acende ou apaga dependendo do conteúdo exibido, gerando um contraste infinito, pretos mais profundos e sem vazamentos de luz em imagens muito escuras. Já o Quantum Dot é uma tecnologia transmissiva, e possui uma camada de pontos quânticos e outra para geração de iluminação dos pixels, se assemelhando ao LCD convencional. Com diversas camadas de filtros de luz e refração, o Quantum Dot abre a possibilidade de se gerar distorções de cor e vazamento do backlight, dependendo do conteúdo exibido e do ângulo/ambiente em que a TV se encontra, efeito não causado por um painel OLED, independente do ângulo de visão do espectador.

PedroValery (de branco), Supervisor de Produtos da LG, demonstra em detalhes o diferencial da tecnologia da TV OLED

Mas não foi apenas a tecnologia do painel OLED em si que foi analisada, mas também seu processador α9 Gen II responsável por recursos de Deep Learning, como AI Picture, AI Brightness e AI Sound, que detectam a origem do sinal da imagem e som, além de analisar o ambiente em que a televisão se encontra, para assim otimizar automaticamente brilho de imagem, nitidez e ruídos e converter o som conforme o tipo de conteúdo. “Achamos incrivelmente importante realizar uma ação como essa para demonstrar o real funcionamento de televisores, suas diferenças de tecnologia e qualidade de imagem e som, e como isso resulta em experiências totalmente diferentes para o consumidor”, ressalta Pedro Valery, responsável por produtos televisores da LG do Brasil. “Com nomenclaturas muitas vezes parecidas, o público pode se confundir com facilidade e achar que dois produtos são similares, quando na verdade a realidade é bem diferente”.