Pedras naturais revelam novas tonalidades para a água e ampliam as possibilidades de integração entre piscinas, arquitetura e paisagismo
Durante muito tempo, o azul foi praticamente uma escolha automática para as piscinas. Nos projetos contemporâneos, porém, essa preferência abre espaço para novas possibilidades. Verdes profundos, tonalidades suaves e superfícies de aparência mineral transformam a percepção da água e, ao mesmo tempo, ajudam a definir a identidade dos ambientes externos.
Nessa transformação, o revestimento desempenha um papel fundamental. As pedras naturais oferecem uma diversidade de cores, veios e desenhos que permite explorar diferentes efeitos visuais. O Grupo Corcovado Brasigran reúne materiais capazes de valorizar propostas arquitetônicas que vão das mais discretas às mais marcantes.
A COR VEM DO REVESTIMENTO
A aparência da água resulta da combinação de diferentes fatores. Além da tonalidade do fundo, a profundidade da piscina e a incidência de luz influenciam a maneira como as cores são percebidas. Por isso, a escolha da pedra deve considerar não apenas sua beleza isoladamente, mas também o efeito desejado no conjunto.
O Pistacchio, por exemplo, apresenta fundo claro com veios verdes, criando uma superfície luminosa e expressiva. Já o Xingu combina tonalidade escura e veios claros, favorecendo uma composição visual de maior profundidade. “Cada pedra natural tem características próprias de cor, desenho e movimento, e isso permite criar resultados muito diferentes em uma piscina”, explica Renata Malenza, diretora do Grupo Corcovado Brasigran.
NATUREZA EM CADA DETALHE
A relação com o paisagismo também ganha novas possibilidades. Com tonalidades verdes e desenhos orgânicos, o Vitória Régia estabelece uma conexão visual com a vegetação, enquanto materiais mais claros, como Itaúnas e Yuma, contribuem para composições de aparência suave.
Outro diferencial está nas variações naturais de cada chapa. Veios, nuances e movimentos próprios da rocha permanecem perceptíveis sob a água, acrescentando personalidade ao ambiente. O revestimento deixa de atuar apenas como acabamento e passa a integrar a linguagem arquitetônica. Mais do que escolher a cor de uma piscina, trata-se de criar uma relação harmoniosa entre materiais, luz, água e paisagem.






