Projeto de Ricardo Abreu integra arquitetura, design e tecnologia em experiência sensorial
Apresentada no Parque Ibirapuera, em São Paulo, a Casa TCL marca a participação da TCL na primeira edição da Bienal Brasileira de Arquitetura. Assinado pelo arquiteto Ricardo Abreu, o espaço propõe uma leitura contemporânea do morar ao integrar inovação, design e memória em uma mesma narrativa.
Mais do que uma instalação expositiva, a proposta reposiciona a televisão como elemento central da casa — um ponto de encontro que atravessa gerações e organiza a convivência. Ao resgatar esse papel afetivo e combiná-lo a soluções atuais, o ambiente constrói um diálogo sensível entre passado e presente.
EXPERIÊNCIA SENSORIAL
Com 120 m², a composição combina formas orgânicas, superfícies sinuosas e uma paleta marcada pelo branco e vermelho, criando uma atmosfera imersiva. Logo na entrada, o visitante percorre um “túnel do tempo” que revela a evolução do design das televisões e reforça a relação entre memória e inovação.
No living principal, a TCL Premium 4K QD-Mini LED C7K de 115″ assume protagonismo com presença quase escultórica, acompanhada por uma soundbar 7.1.4CH que amplia a experiência audiovisual. O conjunto convida não apenas à contemplação, mas à vivência do espaço.
TECNOLOGIA E MORAR
A proposta se desdobra por diferentes ambientes, sempre explorando a integração entre forma, função e experiência. No quarto, a A300 Pro NXTFRAME TV se incorpora à decoração como uma obra de arte, criando uma atmosfera mais acolhedora e intimista.
Já o monitor gamer 25G64 evidencia o olhar voltado ao entretenimento e à performance, ampliando as possibilidades de uso do espaço. Na área de serviço, a lava e seca C311WDS reforça a presença da tecnologia no cotidiano, enquanto, na cozinha, a geladeira C516CDN se integra ao layout de maneira fluida.
Na área externa, as placas solares da marca apontam para uma abordagem que une sofisticação, eficiência energética e visão de futuro.
Ao articular arquitetura, design de produto e inovação, a Casa TCL propõe uma reflexão sobre o morar contemporâneo, em que os equipamentos deixam de ser apenas funcionais e passam a compor experiências, relações e memórias no ambiente doméstico.





