Conforto, proporção, circulação e estilo ajudam a definir o modelo ideal para cada ambiente
Fotos Gustavo Awad
Muito mais do que um elemento decorativo, o sofá influencia diretamente a forma como os moradores utilizam os espaços de convivência. Seja para assistir a um filme, receber amigos ou relaxar após um dia de trabalho, a escolha do modelo ideal deve considerar conforto, ergonomia, proporção e a rotina da casa.
Segundo a arquiteta Juliana Faria, a decisão vai além da estética. Profundidade do assento, altura do encosto, largura dos braços, densidade da espuma e tipo de revestimento interferem na experiência de uso e precisam estar em sintonia com o estilo de vida dos moradores e com as dimensões do ambiente.
CONFORTO PENSADO PARA CADA AMBIENTE
Não existe um sofá ideal para todas as situações. Em salas de TV, modelos mais profundos e acolhedores favorecem momentos de descanso. Já em ambientes destinados a receber visitas, assentos um pouco mais firmes estimulam a conversa e proporcionam maior conforto. Em plantas integradas, sofás do tipo ilha ajudam a conectar diferentes espaços, enquanto módulos e pufes oferecem mais versatilidade em ambientes compactos.
FUNCIONALIDADE E DURABILIDADE
Além do formato, detalhes como braços mais estreitos, bases elevadas e tecidos tecnológicos contribuem para melhorar a circulação, ampliar a sensação de leveza e aumentar a durabilidade do móvel. Para Juliana Faria, um sofá bem escolhido equilibra conforto, funcionalidade e harmonia visual, tornando-se protagonista dos momentos de convivência dentro de casa.
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